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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Tentando entender o Barça

O Barcelona jogou melhor que o Chelsea, teve mais posse de bola (72%), mais finalizações (23 a 5), mas como estamos falando de futebol, perdeu o jogo.

Sexta-feira ouvi o Fernando Carvalho, ex-presidente colorado, falando que ainda não tinha entendido esse jeito Barcelona de jogar, e que segundo ele o sistema conta com mais dois adeptos no mundo, o Atlhetic Bilbao e o Universidad de Chile.

Bom apesar de ver vários jogos do time Catalão é difícil dar um parecer sobre esse jeito de jogar meio-carossel meio-futsal, mas sem levar em conta a tática nua e crua, alguns pontos na minha opinião influenciam muito para que esse sistema seja implementado com tamanho sucesso, lá vai:

1° - Técnica dos jogadores. 
É chover no molhado, mas sem jogadores que deixem a bola parada no lugar certo pro próximo passe só com o domínio, que tem controle total sobre a pelota, não haveria como efetuar esse jeito de jogar.

2° - Um craque.
Assim como o revolucionário carossel holandês tinha Cruyff esse Barcelona tem Messi. Esse é o cara que após a longa troca de bolas engata a 5ª marcha e acelera entrando área a dentro a dribles e tabelas, além do resto que todo mundo já sabe.


3° - Pressão sempre.
É um time que nunca deixa de atacar, em casa ou fora é comum ver todos os jogadores de linha dentro do campo do adversario. Apesar das longas trocas de bola ofuscarem uma pressão mais "vísivel" e intensa, o time fica minando o adversário a espera de um descuido de marcação ou cobertura.


4° - Posse de bola com ninguém "se escondendo" do jogo.
A já citada posse de bola por si só não gera resultado, trocas de bolas na zaga não assustam nem produzem nada, mas a posse de bola com constante movimentação(em todo o tempo e em todo o campo) deles é impressionante, parece que o gramado se transforma em uma quadra de futsal com a velocidade e rapidez dos toques de bola.

5° - Pressão na arbitragem.
Esse ponto pode ser meio polêmico, mas pra mim é um dos mais importantes. Todo time age em conjunto nesse aspecto, qualquer lance duvidoso, ríspido, perigoso que acontece TODOS os jogadores reclamam vêementemente erguendo os braços e indo em torno do juiz reclamando e na grande maioria das vezes conseguindo seu objetivo, e isso é algo que acontece no Camp Nou ou em qualquer outro estádio tamanha a maturidade desse time. E na minha opinião os árbitros acabam condizendo com isso por de certa forma se "submeterem" a essa pressão. Esse fato é importantíssimo pois pra jogar de igual com o Barcelona de hoje é necessária uma marcação forte (não desleal), e a medida que esse poder de marcação é perdido em virtude de um cartão amarelo ou dos jogadores sentirem-se "marcados" pela arbitragem a marcação perde forças e abre caminhos largos para o jogo do time de Guardiola.

E aí, tem um parecer diferente? Qual(ais) o(s) segredo(s) do Barça?

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Torneio da Páscoa 2012

Semana passada joguei o Torneio da Páscoa de Tênis no Parque Tênis Clube na 3ª Classe.

Tomei como propósito, após perder na 1ª rodada ano passado, que queria ao menos vencer o primeiro jogo neste ano. Pelo sorteio não passei de bye e caí pra jogar as 16ªs contra o Tiago Souza, do clube mesmo, na sexta de tarde, foi jogo duro, 63 64 pra mim.

No mesmo dia à noite enfrentei Volnei Regalin de Caxias do Sul pelas 8ªs, o saque dele era muito forte, fomos confirmando nossos games, depois quebramos o serviço um do outro em sequência, mas quebrei o saque dele no 44 e saquei bem pra confirmar o set em 64. No segundo set consegui me impor e joguei mais solto que ele e ganhei 60.

Nas 4ªs, já no sábado, enfrentei o Lucas Meotti do Grêmio Náutico União, no 1° set larguei com uma boa vantagem e fiz 51, depois relaxei e fechei 63. No 2° set entrei em marcha lenta e errando muito quando vi tava 14, comecei a botar a bola em quadra, ganhei 5 games seguidos e fechei em 64.

Domingo de manhã joguei a semi contra o Rodrigo Oliveira (Camarão), também do Parque Tênis, foi o jogo menos "nervoso" que joguei e apesar disso e de vários "deuces" perdi o 1°set por 16. Sabia que teria que mudar algo pra ter uma chance e comecei a arriscar mais, deu certo no início, abri 20 e 30 /0 sacando, mas desliguei e quando vi tava 23. A virada de lado do 34 demorou um pouco mais pois machuquei o pé e talvez isso tenha esfriado ele, virei o jogo pra 54 e tive 3 set points com ele sacando mas não fechei, aí ele com muito mérito aproveitou e fechou o jogo em 57 no 2°set.

Foi uma baita experiência, mesmo sendo 3ª Classe houveram bons jogos. Fui bem mais longe do que imaginei e fiquei muito feliz.

A classificação final do 46º Torneio de Páscoa do Parque Tênis Clube foi:

Categoria 12 anos masculino
Campeão: Giovanni Araujo (ALI)
Finalista: João Pedro Knorr (AVA)
Categoria 14 anos masculino
Campeão: Luiz Paulo Dutra (CCL)
Finalista: Lucca Baptista (ALI)
Categoria 16 anos "A" masculino
Campeão: Gabriel Nery (ALI)
Finalista: Matheus De Col (BOH)
Categoria 16 anos "B" masculino
Campeão: Stefano Blatt (SL)
Finalista: Pedro Regalin (CJ)
Categoria 16 anos feminino
Campeã: Giovanna Bertoldi (PAR)
Finalista: Gabriela Costa (ALI)
Categoria 18 anos masculino
Campeão: Bruno Prates (GNU)
Finalista: Rafael Niemezewski (ALI)
Categoria 1ª Classe Masculina
Campeão: Filipe Brandão (PAR)
Finalista: Nicolas Cavalheiro (BOH)
Categoria 1ª Classe Feminino
Campeã: Raquel Piltcher (PAR)
Finalista: Nathalia Jung (SOG)
Categoria 2ª Classe Masculino
Campeão: João Laydner (PAR)
Finalista: Renan Casa (PAR)
Categoria 3ª Classe Masculino
Campeão: Eduardo Oliveira (AVA)
Finalista: Rodrigo Oliveira (PAR)
Categoria 4ª Classe Masculino
Campeão: Leonardo Souza (PAR)
Finalista: Marcelo Godoi (PAR)
Categoria 5ª Classe Masculino
Campeão: Leonardo João (PAR)
Finalista: Marcelo Fiss (PAR)
Categoria 35 anos "A" Masculino
Campeão: Antônio Caldas (CJ)
Finalista: Sandro Vieiro (LTC)
Categoria 35 anos "C" Masculino
Campeão: Roger Melo (ARR)
Finalista: Hugo Dominguez (ARG)
Categoria 45 anos "A" Masculino
Campeão: Mauro Brandão (PAR)
Finalista: José Tejada (AVA)
Categoria 45 anos "B" Masculino
Campeão: Geraldo Bischoff (AVA)
Finalista: Cláudio Olinto (AVA)
Categoria 55 anos Masculino
Campeão: Telmo Pagano (PAR)
Finalista: Alexandre Selk (PAR)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Será?

Semana passada li e concordei com a coluna de David Coimbra no site de Zero Hora Esportes na internet que dizia que o ano do Grêmio terminou com a lesão de Kléber. É exagero, óbvio que sim, mas após a terra arrasada pela lesão do Gladiador a poeira baixou e o torcedor começa a vislumbrar novas perspectivas para torcer e novos candidatos à ídolo para o posto deixado pelo atacante.

O fato é que Kléber se lesionou e após isso vieram as piores atuações do Grêmio no ano (apesar das vitórias), isso sem falar nas lesões de outros jogadores, como Moreno, Marco Antônio, Júlio César e ainda algumas fracas atuações do Bertoglio.

Em meio a tudo isso ressurgiu o Miralles, voltou com um belo gol e creio que o Luxemburgo vai saber lidar com o atleta que estranhamente mesmo sem jogar ainda tem um grande carinho da torcida.

Surge no Grêmio uma nova esperança após a ausência do nome maior do time, será??

segunda-feira, 26 de março de 2012

Kléber e Oscar


                Mais uma vez a dupla Grenal se depara com situações da mesma forma semelhantes e desta vez igualmente incômoda.
                Todo mundo sabe que o principal objetivo para o primeiro semestre da dupla é Libertadores pro Inter e Copa do Brasil pro Grêmio e ambos hoje estão com um pé atado nas costas. Oscar, por causa do imbróglio com o São Paulo, pode ficar de fora da Libertadores e Kléber para por no mínimo 120 dias devido a fratura sofrida ontem contra o Cruzeiro.
                Em minha opinião o tricolor sentirá mais falta do Gladiador do que o Inter de seu jovem armador, digo isso pois o colorado tem mais plantel e mais gente pra assumir o time no caso da ausência de Oscar, mesmo que sua ausência na Bolívia tenha se mostrado primordial. D’Alessandro e Dátolo podem muito bem assumir esse papel, além de ter em Damião uma referência matadora no ataque. O Grêmio por sua vez sofrerá muito mais, pois Kléber vinha sendo a referência maior do time e não vejo opções que o substituam hoje, creio que a melhor opção seja o deslocamento de Bertoglio ao ataque e quem sabe alguma contratação pra animar a torcida (Rodriguez) que sentiu muito a perda de Kléber por boa parte da temporada e principalmente pois não jogará mais na Copa do Brasil.
                Não quero jogar a toalha ou ser pessimista, mas as chances do Grêmio sem Kléber na Copa do Brasil diminuem muito mais do que as do Inter sem Oscar na Libertadores. Se é na hora da dificuldade que saem os grandes títulos, veremos ainda neste primeiro semestre.

domingo, 18 de março de 2012

Dupla Grenal em alta


Encerrada a terceira rodada da Taça Farroupilha Grêmio e Inter estão com a moral em alta, ambos tem notícias de sobra para comemorar e prospectar tanto no âmbito futebolístico como clubístico.
                O Grêmio comemorou nesta semana a conclusão de 60% das obras da Arena que cresce e se desenvolve a todo vapor deixando a torcida e dirigentes empolgados com o ano de 2013, aliado a isso Luxemburgo encontrou equilíbrio no time, mesmo sendo somente o Gauchão, e jogadores importantes vem jogando bem e fazendo diferença, Kléber, Moreno, Gabriel, J.César, Souza, Léo Gago, com o adendo dos reservas que estão dando conta do recado, no caso mais famoso de Bertoglio, que assume status de ídolo inclusive com sua camisa número 7 sendo a terceira mais vendida pelo clube no mês de março.
                Já o Inter ainda comemora suspirando de alívio a assinatura do contrato com a construtora Andrade e Gutierrez para as obras do Beira-Rio, vitória de uma direção que levou com zelo a situação e não se dobrou (aparentemente) aos percaustos ocorridos na negociação. E se o contrato parece que vai ser assinado, o bom futebol do time parece ter engrenado novamente, D’alessandro sai e um Dátolo cai como uma luva no time, Damião volta a encontrar as redes e até reservas crescem, casos de Jô e Jajá.
                Nas duas últimas rodadas no Gauchão, a dupla fez 9 a 1 nos times do interior, sendo que anteriormente o Grêmio vinha de virada na Copa do Brasil e o Inter no meio emendou uma goleada na Libertadores.
                Há motivos de flauta amanhã, para ambos os lados, mas como poucas vezes acontece no ano, Gremistas e Colorados têm motivos de sobra para desfilarem com a camisa do time nesta segunda-feira, juntos.

domingo, 4 de março de 2012

Futebol e Inteligência

Quantos de vocês já notaram a gigantesca diferença entre as respostas nas entrevistas de jogadores de futebol com outros esportes, como vôlei, por exemplo?

Pessoalmente gosto de ver algum jogador que não conheço dando uma entrevista, só para ter uma idéia (superficial é verdade) do "QI" do atleta. Claro que não tenho condições de julgar pois vários fatores influenciam como timidez e outros, mas se observarmos no futebol é quase que uma unanimidade a padronização das respostas nas entrevistas, e isso não se resume a jogadores humildes e de times pequenos, é só dar uma olhada mais atenta nos grandes times que facilmente vamos ouvir os bordões já sabidos de todos.

Agora se você já viu, como eu, as entrevistas de quadra com jogadores de vôlei ou basquete nota na hora a discrepância nas respostas, basicamente não existem as respostas padrões e sim respostas elaboradas com olhares mais críticos e baseadas no que acontece ou aconteceu naquele jogo.

Na minha opinião essa diferença vem principalmente da inteligência dos jogadores, além de esportes como vôlei e basquete serem mais estratégicos, com jogadas ensaiadas a todo momento o que automaticamente elimina aqueles que não absorvem uma rapidez de raciocínio necessária para jogar em alto nível.

De forma nenhuma estou dizendo que o futebol não é um esporte que necessita de inteligência e raciocínio, mas olhando o futebol no mundo hoje todos os olhos se voltam para o Barcelona, que joga um futebol extremamente inteligente e dinâmico, de alta movimentação e obrigando os jogadores a execuções de jogadas com perfeição e rapidez.

Repare nos times que estão na ponta ultimamente, como Internacional, Corinthians, Fluminense, todos eles contam com times que além da "bola" também têm personalidade e futebol inteligente, o que só é possível, com o perdão da redundância, com jogadores inteligentes.

A premissa contrária também é verdadeira, times que ano após ano não saem do lugar e sempre com alguns mesmos jogadores, que no meio do jogo na hora de driblar o goleiro e fazer o gol, se atiram para cavar um pênalti ou falta.

Concorda?

Festa da Uva no gauchão

O Caxias foi campeão do 1° turno do Campeonato Gaúcho, a Taça Piratini, com méritos bateu o Grêmio, venceu o Novo Hamburgo fora de casa e já está na grande final do Gauchão. O Juventude por pouco não venceu na semi e protagonizou um inédito clássico CAJU na final do turno do campeonato regional.

Enquanto isso onde estão os times da região sul do estado? Pelotas, Brasil e outros?

Caxias do Sul e Pelotas são cidades semelhantes em população e tamanho, o que as diferencia, e não quero entrar nesse mérito, é principalmente a economia. Sim, mas no esporte pelo que se sabe, essas diferenças financeiras não são tão grandes, Pelotas e Brasil (mesmo na 2ª divisão) tem folhas salariais no mesmo patamar que os times da serra e outros do estado.

Se destrincharmos o campeonato veremos que temos quatro times da capital, três da zona metropolitana, três da serra, dois da região central, um do vale, dois do norte e somente um time da zona sul. Isso quer dizer que não temos bons times aqui? Acho que não, tem muito mais nesta resposta do que somente futebol, e em minha opinião o “x” da questão é a cultura. Nossa região tem que pensar grande, não se contentar por estar na primeira divisão ou por não cair, temos que pensar como pensam lá em Caxias, vide notícias antes do jogo contra o Grêmio, onde o que ecoava na serra era o desejo de mudar o eixo das decisões do futebol gaúcho para lá com uma final entre os dois times da cidade, o que quase aconteceu.

Por aqui escutamos provocações por um time estar em uma divisão e outro em outra, onde o que deveria acontecer era a flauta por um time ter ganhado do outro em um clássico jogado na 1ª divisão, a flauta é muito salutar, mas até ela tem diferentes níveis. Pode-se dizer ainda da 2ª divisão onde vemos proporcionalmente muito mais times da metade norte do estado do que da metade sul, inclusive times de cidades pequenas do porte de Canguçu ou São Lourenço do Sul, que se mobilizam, geram e fomentam a economia e toda uma cidade.

Temos que pensar pra frente, pra cima, com planejamentos duradouros e a longo prazo, então, momentos como o Pelotas na final do turno ano passado ou o Brasil na série B do Brasileiro possam ser constantes por aqui na terra do pêssego como já foram e estão voltando a ser na terra da uva.

Ser pai

Sentir um amor tão forte por alguém que nunca realizou um contato visual sequer contigo, que não trocou nenhuma palavra e que não tem entendimento do que acontece ao seu redor. Uma das definições de ser pai.

É algo divino, sentir-se pai pela primeira vez, nos remete a presença de Deus. Tinha dúvidas do momento que “a ficha iria cair”, mas no exato momento que o Ricardo foi colocado em meus braços pela enfermeira senti os braços tremerem, os olhos lacrimejarem e um sentimento misturado de responsabilidade, alegria e alívio explodiu em mim, é maravilhoso como que em um segundo possa ocorrer tamanha mudança, uma mudança que vai ficar pra sempre, num instante toda uma visão da vida muda, os olhos se voltam para outros prismas e a família de dois mostra seu fruto e vira três, com este terceiro sendo o fator dominante daqui pra frente.

Sentimento é difícil de explicar é verdade, mas hoje sei o que todos que já foram pai e amam seus filhos sentem, claro que cada um com suas particularidades diferentes, mas o principal permanece sendo esse amor de pai pra filho, que é diferente do amor por uma alma gêmea, mas estes se misturam formando um amor que junto com o amor de Deus moldam e norteiam a minha família que agora veleja à três.

Educação e Esporte

Neste final de ano, como fã de esportes, aproveitei pra olhar alguns jogos de futebol americano profissional, e me espantei, no bom sentido. Esse espanto foi ainda maior quando vi um jogo universitário. O que chamou a minha atenção foi a grandiosidade do evento-show, sim, pois é um show, desde o pré-jogo, a transmissão com câmeras e replays de todos os ângulos, a organização típica americana, claro com marketing e propaganda em qualquer canto do estádio, este, por sua vez, sempre lotado, 70, 80, 90 mil pessoas em estádios que se tornam verdadeiros monumentos da arquitetura, óbvio que este sucesso deve-se muito a temporada regular de jogos ser de apenas 4, 5 meses, o que ajuda na empolgação do público, mas mesmo assim, na última rodada times eliminados tem a casa cheia pois os ingressos foram esgotados antes mesmo da temporada começar. Isso sem falar no jogo em si, que apesar de muito estratégico, é fascinante, muito dinâmico e de alta intensidade.

Mas definitivamente o que mais me deixou impressionado foi a íntima relação entre educação e esporte, isto não é somente no futebol americano, mas que outro lugar na hora da escalação dos times o nome do jogador vem junto com a faculdade cursada pelo mesmo. Quando se fala do futebol universitário isso aflora ainda mais, pois o show e o público são os mesmos, e os alunos tornam-se estrelas esportivas antes mesmo de escolherem uma profissão. Claro que é possível um jogador largar a faculdade e seguir para o esporte profissional antes de terminar os estudos, mas todos os anos os times profissionais recrutam os melhores universitários para seus times naturalmente, como se fossem as nossas “categorias de base”.

Mesmo sabendo das contradições norte-americanas, a relação educação e esporte deles é um modelo, sem hipocrisia de patriotismo, aquilo que vemos nos filmes americanos que tem os esportes em seu tema central é a mais pura verdade, desde o high school (ensino médio deles) as equipes tem campeonatos regionais, estaduais e nacionais a disputar que trazem a escola e faculdade além de prestígio, premiações que contribuem para que essa metodologia continue, deixando os estudantes no lugar que devem estar, ou seja, dentro da escola ou universidade, além de aumentar o nível de conhecimento da futura população e trazer opções aos problemas sociais que existem tanto lá quanto cá.